Comprometido com a marca
Você acreditaria num vendedor da GM que fosse vender a você e chegasse num carro da Fiat? Ou um vendedor da Volks que tivesse um Ford?
Fico estarrecido ao ver o total descomprometimento das pessoas com a marca dos produtos com os quais trabalham e da empresa da qual recebem seus salários.
É preciso que tenhamos total comprometimento com as "nossas" marcas!
Assim, quem trabalha na Brahma não deve tomar Kaiser ou Coca-Cola. Da mesma forma, quem trabalha na Coca-Cola não deve tomar Antarctica! E assim por diante. Não vejo cabimento em alguém ser funcionário do Banco Real e me pagar uma despesa com chegue do HSBC-Bamerindus! Quem trabalha na Souza Cruz não pode fumar Marlboro! Quem trabalha na Champion Papel e Celulose não pode usar papel da Votorantim! Ou pode?
Sei que muitos vão achar esta opinião draconiana e absurda. Um verdadeiro acinte à privacidade ou ao direito individual de escolha. A verdade, porém, é que o mercado é uma guerra! E se atirarmos contra nós mesmos não há batalha que possa ser vencida! E se eu, que trabalho na empresa e recebo dela, não prestigiar a marca, quem prestigiará?
Mesmo que você trabalhe numa área distante das vendas ou do marketing, é sua obrigação (pelo menos enquanto trabalhar para a empresa) usar somente produtos da "sua" marca. Ou então você estará trabalhando contra seu próprio emprego. Pense nisso!
E, na minha opinião, não há desculpas para esse descomprometimento. Vejo gente dizendo: "- Não consegui encontrar o produto da marca da empresa e por isso comprei de outra...". Caso não encontre os produtos de sua marca, não compre! Mesmo que você não seja "funcionário" da empresa, mas um terceirizado que presta serviços - propaganda, consultoria, fornecedor de matérias primas ou serviços - sua obrigação é prestigiar totalmente as marcas de seus clientes! Ou não é?
Essa falta de sensibilidade tem feito muita gente perder a confiança da empresa, o contrato e até o emprego. Não há do que reclamar. É pura falta de comprometimento. Assim como você sente-se livre para usar marcas concorrentes, a empresa sentir-se-á livre para livrar-se de você. Ou não?
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