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Como Identificar oportunidades para se abrir um negócio?


O que é necessário para começar um negócio? Alguns dizem que é dinheiro outros que é ter uma boa idéia. Acho que dinheiro é algo até mais fácil para se conseguir, os bancos emprestam, você pode conseguir um sócio capitalista, claro tudo vai ter um custo depois mas, para conseguir uma boa idéia, não tem banco ou local para se adquirir.

Todo mundo tem seus insights, e momentos em que as idéias aparecem mais facilmente. No meu caso elas aparecem quando estou dirigindo, o que é perigoso algumas vezes. A última idéia que tive foi semana passada, ainda não tive tempo de registra-la mas como confio em vocês vou dizer qual é.

Li há algum tempo atrás que 20% das bananas produzidas são perdidas no transporte devido à falta de condições de embalar adequadamente a banana. Pensando nisso descobri uma técnica para desentortar banana. Não é uma idéia incrível? Um desentortador de bananas vai revolucionar o mercado, duvido que alguém já tivesse pensado nisso. Ficará muito mais fácil expor o produto no supermercado e se perderá menos no transporte.

Ok, não precisam me chamar de louco, analisando melhor esta idéia não é tão boa assim. Mas por que a idéia não é boa? Simplesmente porque não temos clientes que queiram o produto, ou que estejam dispostos a pagar mais por ele. Uma boa idéia precisa ser testada, analisado um protótipo, testado um mercado e depois de aprovado pelo consumidor lança-lo no mercado.

Mais importante que dinheiro ou idéia é uma oportunidade de mercado. Chamamos isso de vazio econômico. Podemos considerar uma oportunidade de negócio quando os clientes de uma determinada região tem uma necessidade específica e ninguém ainda esta satisfazendo esta necessidade. A quantidade de clientes que tem esta necessidade deve ser grande o suficiente para sustentar a empresa. Ser apenas mais um no mercado hoje é muito arriscado. Devemos ter um produto ou serviço que realmente faça a diferença. Este diferencial dever ser bom o suficiente para se sustentar por algum tempo sem que o concorrente consiga copiar. Um diferencial na prestação de serviço é muito mais difícil de se copiar que um diferencial no produto. Mas e se você não conseguir se diferenciar dos concorrentes? Mesmo assim é possível abrir minha empresa? CLARO.

Existem ainda mais duas situações que podem gerar uma vantagem competitiva e garantir que o seu negócio realmente se transforme em uma oportunidade de negócio. Apenas lembrando se você realmente descobriu um vazio econômico e existe uma necessidade de um grupo de clientes grande o suficiente que ainda não esta sendo atendido por ninguém, mas seu produto não tem um diferencial você ainda pode ter sucesso se tiver um bom relacionamento com seus clientes ou então ter menor custo que seus concorrentes.

Quando iniciamos um negócio geralmente nosso caixa é negativo, pois se gasta mais do que a receita. Na próxima fase quando temos um crescimento nas vendas a tendência é que o caixa se estabilize. Quando atingimos o potencial máximo de vendas e alcançamos a maturidade do negócio, começa a sobrar dinheiro. É nesta hora que a receita excedente deve ser aplicada em um novo negócio. Chamamos de surfar as ondas do mercado. Um surfista sempre pega a onda na crista da onda. Quando a onda começa a virar só espuma ele abandona para pegar a próxima. Isto significa que você tem que estar atento, prestando a atenção nas tendências de mercado. Abrir um negócio que é moda ou já tem muita gente ganhando dinheiro pode ser arriscado, pois estes empresários começaram o negócio quando o mercado ainda estava em crescimento, não entre em barca furada. O próximo passo depois do sucesso de um produto ou serviço é o declínio. O ciclo de vida dos produtos hoje estão cada vez menores. Você sempre deve estar com produtos na fase de maturidade, pois é lá que se ganha dinheiro, porem não esqueça de pegar a onda quando ela estiver ainda em crescimento, depois que ela se formou é muito difícil surfá-la.

SEBRAE/PR

Administrador, entenda o efeito do dólar baixo na economia


Para entender o efeito da queda do dólar na economia, é preciso ter em mente que a valorização do real tem dois lados: é benéfica para o consumidor, que paga menos pelos produtos importados, mas prejudica setores produtivos que sofrem a concorrência direta dos produtos vindos de fora. E são justamente os segmentos que mais empregam - calçados, vestuário e eletroeletrônicos - os mais afetados pelos produtos importados.

Segundo o economista-chefe do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), Edgar Pereira, a queda do dólar ajudou a reduzir preços e, conseqüentemente, elevou a renda do trabalhador brasileiro. Por outro lado, ela está afetando justamente os setores da indústria que são grandes geradores de emprego. Para evitar o aumento do desemprego, o governo federal está traçando um plano para reduzir os encargos trabalhistas pagos pelos setores que têm os maiores prejuízos com o crescimento dos importados.

De acordo com Pereira, as estatísticas oficiais já mostram uma contradição: a produção industrial continua a crescer, enquanto o nível de emprego diminui. “Quando você olha no curto prazo, a renda do trabalhador sobe (com a queda do dólar). Mas no médio e longo prazo há um efeito negativo. Para que o consumidor possa se beneficiar de um dólar mais barato ele tem de estar empregado”, diz Pereira.

Para quem tem dinheiro para gastar, o efeito da queda do dólar, que está perto de R$ 2 pela primeira vez em seis anos, é na verdade duplamente positivo: o aumento da concorrência de produtos de fora também ajudou a baixar o preço de mercadorias nacionais voltadas para a exportação. Esse efeito pode ser visto, por exemplo, na queda de preço de produtos eletrônicos e no aumento do consumo de alimentos mais caros, como bacalhau e camarão.

Outro setor beneficiado foi o turismo. O número de turistas brasileiros que viajaram para os EUA cresceu 50% entre 2003 e 2006. O número de passageiros que voaram para o exterior cresceu quase 20% no mesmo período, segundo o Ministério do Turismo.

Taxa de juros
A taxa de juros brasileira é apontada como a maior responsável pela queda do dólar. Até por isso, cresceu a aposta de que o Banco Central deve acelerar novamente no segundo semestre o ritmo de corte na taxa Selic. Nesta semana, empresários reunidos em Brasília disseram que, caso o juro real caia no Brasil, o dólar vai automaticamente subir.

A teoria é correta, de acordo com Daniel Gorayeb, analista de investimentos da Spinelli Corretora, a forte queda do risco-país nas últimas semanas aumentou ainda mais a entrada de dólares no Brasil. “A queda do risco deveria fazer com que os juros também caíssem. Isso ajudaria a diminuir a diferença de juros com outros países e faria com que esse fluxo de dólares ficasse menos intenso”, explica.

Ele diz acreditar que a queda dos juros e a redução no saldo da balança comercial brasileira, devido ao aumento das importações, ajudem a levar o dólar para um nível “mais equilibrado” até o final do ano, próximo de R$ 2,10. “Não dá para dizer exatamente se o dólar vai ficar abaixo dos R$ 2, mas a expectativa é que ele volte a subir até o final do ano”, diz.
Fonte: G1 Portal de Notícias

E esse dólar, hein?

A pergunta mais em moda no mercado (e mesmo fora dele) é “quando” o dólar vai custar menos que dois reais? Pois a cotação está nessa zona próxima a 2 X 1 já faz um bom tempo... E por que não cai?
Até aqui a resposta é uma só: porque o BC não deixa... Não por autoritarismo, por proibir normativamente que isso ocorra, mas por comprar tanto dólar (moeda estrangeira) que o mercado não se arrisca a vender abaixo de R$ 2, dado o sério risco de, no momento seguinte, se quiser recomprar, ter que fazê-lo a um preço maior. E, se vender mais barato e comprar mais caro, é prejuízo certo; coisa que, como sabemos, as instituições financeiras abominam... Leia mais.
Por Emilio Garofalo Filho

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