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Idéias que viram dinheiro - APPLE

Como a Apple inova

Com erros e acertos:
A Apple aprendeu a aprender com seus fracassos e sucessos, prática tida como um dos motores de sua cultura de constante reinvenção.
Contagia com entusiasmo:
O idealismo e o carisma do empresário Steve Jobs, co-fundador da Apple, são responsáveis por inocular na companhia um ambiente de entusiasmo quase fanático por grandes inovações, caso do iPod.
Privilegia o design:
Os produtos sempre nascem com uma visão de design. A visão artística, no início do processo, supera a comercial. Só depois que o design ficou pronto é que a viabilidade técnica será colocada à prova.
Os chefes delegam:
Os chefes de equipes delegam ao máximo. Há pressão constante por melhorias. Quando Jobs não gosta de algum componente, ele pode dizer "está uma droga", mas nunca dirá "faça aquele botão maior".
Ousa sem medo:
Os executivos costumam confiar em suas tacadas, mesmo que não haja garantia de sucesso.

Menos dinheiro, mais cérebro.
O conceito de inovação está cada vez mais centrado no profundo entendimento das necessidades dos consumidores. É o que aponta o caso da americana Apple, considerada a empresa mais inovadora da atualidade. O sucesso retumbante de produtos como o iPod, que já vendeu 16 milhões de unidades, deve-se mais a essa capacidade do que propriamente à tecnologia que embute.

O zelo com o design possibilita à Apple popularizar e simplificar produtos sem risco de transformá-los em commodities. É um poderoso fator de diferenciação. Sua habilidade para encantar os consumidores com novidades com que nem sonhavam é outra virtude sintonizada com a "economia da criatividade", expressão usada pela revista americana Business Week ao se referir ao atual movimento de inovação.

Participar desse movimento não significa colocar uma legião de funcionários para criar produtos a esmo. Foco é fundamental. Foi esse o caminho escolhido por Steve Jobs, fundador e presidente da Apple. Intuitivo e obcecado por detalhes e resultados, ele eliminou dezenas de projetos para alocar suas equipes em grandes apostas, como o iPod, a loja virtual de música iTunes e o iBook. A dispersão de projetos é um dos fatores que fazem o dinheiro de P&D seguir pelo ralo.

A Apple investiu 489 milhões de dólares em pesquisa de novos produtos no ano passado, o equivalente a 5,9% de suas vendas. Esse valor não chega a um décimo das despesas da IBM com pesquisas. Desde 1999, a empresa de Steve Jobs investe abaixo da média de seu setor. "A Apple obtém resultados mais com cérebro do que com dinheiro", conclui um estudo da Booz Allen.
Fonte: SEBRAE-PR

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