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Marketing casado:Omo e Brastemp estão em lua de mel!



Omo e Brastemp estão em lua de mel. E não se está falando apenas da sinergia entre a máquina de lavar e o sabão em pó mais popular do país. A combinação das marcas tem se apresentado como eficaz estratégia para alavancar as vendas dos produtos da Unilever e da Whirlpool. Tanto que, após unir em uma mesma campanha de mídia suas marcas premium, as duas companhias vão repetir a união com as suas segundas grifes: Brilhante e Consul.
A Unilever investirá R$ 6 milhões na divulgação da marca Brilhante neste ano. Entre as estratégias, estão uma nova campanha de TV e a mudança do layout das embalagens. Além disso, centenas de pontos-de-venda espalhados pelo país terão fotos de máquinas da Consul – em alguns casos até máquinas verdadeiras para divulgar os dois produtos. Promover o casamento de marcas de setores diferentes não é uma exclusividade das duas multinacionais. Entre as inesperadas uniões já foram vistos tênis da Adidas co-assinados pela Goodyear, e também o Clio Sedan, voltado para o público feminino, com a marca de O Boticário.
São exemplos que retratam o crescimento da curiosa estratégia comercial do mundo corporativo conhecida como “co-branding”. Guilherme Beluzzo, analista da consultoria TopBrands, de São Paulo, acredita que o enlace das marcas se justifica pela eficácia na redução de custos e, também, no resultado que proporciona no sentido de posicionar e projetar as marcas. “O preço de publicidade nas mídias está cada vez mais elevado. Unificar as marcas e compartilhar identidades pode ser uma boa estratégia para alcançar públicos maiores”, ressalta Beluzzo. Desta forma, é necessário avaliar as afinidades entre as marcas, explorando o que há de comum em valores, estilos e perfis de público – inclusive no aspecto comportamental. “Diga-me com quem andas e eu te direi quem és”, brinca o analista.
Mas nem só de flores vive a relação das praticantes do “co-branding”. “É preciso compreender que junto com os reflexos positivos vêm os encargos. Problemas com uma das marcas invariavelmente ficarão associados à outra”, lembra Beluzzo. Desta forma, segundo o analista, as empresas devem estudar com critério as implicações de uma parceria como essa e avaliar se vale a pena.

Retirado do site: administradores.com.br

Ética e Resp. Social - Não Fale Mal de seu Concorrente

Tempos atrás, quando o e-mail de um conhecido consultor fazia parte de meu cadastro de destinatários, eu distribuí um artigo no qual fazia uma determinada análise ética tomando como ponto de partida os dados de uma pesquisa feita por uma firma de consultoria. Pouco depois, recebi uma mensagem do consultor na qual, para minha surpresa, em vez de emitir opinião sobre o tema central do texto, ele criticava a qualidade dos dados da pesquisa que eu tinha mencionado. Não entendi por que ele se preocupava com algo que, para mim, era secundário e senti-me incomodado com a crítica.
Pouco depois, distribuí outro artigo, para o qual me baseei em dados de pesquisa de outra empresa de consultoria. Novamente ele me escreveu criticando o estudo que eu havia usado como base. Dessa vez meu sentimento foi de irritação. Ele não dava a mínima atenção ao tema principal de textos cuja produção tinha me custado horas de investigação, reflexão e redação. Por que ele procedia desse modo?
De repente, eu entendi. Ele, provavelmente, estava enciumado. Ao mencionar as pesquisas daquelas firmas de consultoria, eu estava, implicitamente, prestigiando concorrentes seus, coisa que ele não podia suportar. Suas críticas, inconscientemente, talvez fossem pedidos para que eu parasse com aquilo. Concluí que a remessa dos artigos estava fazendo mal a seu ego e retirei-o da relação de destinatários.
Há muito tempo li um livro intitulado Do fracasso ao sucesso na arte de vender, de Frank Bettger. O autor tinha sido um jogador de beisebol (ou de futebol americano, não me lembro bem) que, por ter se machucado seriamente, ficou incapacitado para o esporte e foi forçado a mudar de profissão, tornando-se vendedor de seguros. A obra relata a história de como ele, no começo, experimentou fracasso após fracasso para, gradualmente, evoluir e tornar-se um vendedor de grande sucesso.
Em uma das passagens do livro, quando já havia dominado os segredos de seu novo ofício, Bettger relata uma visita que fez ao presidente de uma empresa. O executivo, orgulhosamente, disse-lhe que tinha um seguro contratado com uma companhia concorrente e perguntou à queima-roupa: “Não é uma boa seguradora a minha?”, ao que Bettger respondeu prontamente: “Não existe melhor!”. Qual o efeito dessa resposta? Ao elogiar o competidor, Bettger fez um elogio indireto ao cliente e atraiu sua simpatia.
Suponhamos que um fornecedor faça uma visita a um cliente potencial. Se o cliente lhe comunicar que adquire rotineiramente mercadorias de seu competidor, o vendedor poderá ficar tentado a desqualificar o produto do concorrente por acreditar que, desse modo, conseguirá atrair o cliente para sua empresa. Essa estratégia, todavia, poderá produzir efeitos opostos aos esperados. Primeiro, desqualificar o produto do competidor significa criticar, indiretamente, a própria capacidade de escolha do cliente, e isso poderá ofendê-lo. Segundo, a desqualificação do competidor poderá ser percebida pelo cliente como uma atitude mesquinha, como uma manifestação de inveja e de falta de respeito do fornecedor em relação ao concorrente. O resultado será a deterioração da imagem do vendedor e de sua organização perante o cliente.
Foi o que ocorreu comigo. As críticas daquele consultor a seu concorrente eram inoportunas, impertinentes. Elas me ofenderam e produziram em mim a percepção de que o consultor estava faltando com o respeito a colegas de profissão apenas por inveja. Esse profissional se apequenou aos meus olhos.
Ao ler textos ou entrevistas sobre ética, de autoria de outros profissionais, eu já tive vontade de criticá-los publicamente por considerar que suas idéias eram superficiais ou equivocadas. Não o fiz, porém, porque o julgamento cabe exclusivamente aos leitores qualificados. Eles são os únicos juízes legítimos do que nós, autores, publicamos e, como tais, saberão, quando for o caso, avaliar e comparar a qualidade de produtos intelectuais concorrentes.
Creio que não se deve falar mal do competidor. Afinal, ele é colega de profissão ou de ramo de negócios. Se você tiver ciência de algum ato ilícito cometido por seu concorrente e quiser fazer alguma coisa a respeito, a providência adequada é apresentar uma denúncia ao órgão competente. Evite, porém, criticar de forma leviana os competidores porque, se assim proceder, além de desrespeitá-los, você correrá o risco de perder clientes.
Por: Flávio Farah
Mestre em Adm. de Empresas, Professor Universitário e Palestrante

Como se Alcança o Sucesso!



MUITA MOTIVAÇÃO SEM AÇÃO = A FRUSTRAÇÃO!
1- SEJA ECLÉTICO (A) Especializar-se é importante, mas, para se dar bem, o(a) profissional precisa ser capaz de lutar em várias frentes. Encare as tarefas diferentes como crescimento e deixe o "isto eu não faço" para quando tiver um cargo mais alto e maior poder de barganha e decisão.
2 - NÃO SE ACOMODE Se você está há mais de dois anos na mesma “vidinha”, e mesmo com um bom salário, e não busca mais nada, cuidado: para o mercado, você pode ser visto (a) como acomodado(a) e como alguém que não almeja crescimento. Procure colocações, pesquise, compare seus métodos com os de outros colegas. Essa "investigação" vai lhe trazer parâmetros mais exatos, mais acertados do que aqueles percebidos em seu próprio ambiente.
3 - SEJA ÉTICO(A) Está nos jornais e na TV: o mercado é corruptível, e existem pessoas que fazem qualquer negócio para conseguir o que querem, inclusive abrir segredos profissionais para a concorrência ou "roubar" clientes e futuros prospectos dos parceiros de negócio. Esse tipo de atitude é indesculpável e a reação do mercado a ela é implacável: provavelmente, as oportunidades se fecharão para você e amizades se desfarão. Faça jus à confiança que recebeu e preserve seu bom nome a qualquer preço.
4 - JUNTE-SE À LINHA DE FRENTE Existem basicamente três perfis de pessoas: as que fazem, as que mandam fazer e os "engenheiros de obra feita", que só criticam ações alheias. Se você está neste último time, fuja daí correndo. Seja um agente das mudanças, seja criativo e solidário. Vá atrás, observe mais e critique menos. Seja construtivo (a) e aprenda.
5 - CONHEÇA SEU AMBIENTE Essa atitude "investigativa" é essencial para avaliar com objetividade suas possibilidades de ascensão e sucesso, próximas e futuras. Seja um pouco enxerido(a): que faz fulano para "se dar" tão bem? O que a empresa valoriza? Para quem destina o produto ou serviço? Esse exercício vai ajudá-lo(a) a identificar o melhor caminho a seguir e orientar seu crescimento.
6 - INVISTA EM SUA CARREIRA Conhecimento não ocupa espaço. Estude idiomas, procure cursos, pós-graduação, especializações, reciclagens, workshops. Não espere que a empresa atenda a suas necessidades ou antecipe seus desejos. Vá à luta. Fale com seu mentor, mostre os benefícios que esse aprimoramento trará e se for o caso, invista seu tempo, e talentos para obter o resultado desejável. Invista em você mesmo(a), e se for o caso, financie ou negocie esse custo. Mas muito cuidado, não se endivide. De o passo do tamanho de seu bolso e interesses. Pese tudo com muita objetividade e honestidade.
7 - APOSTE EM VOCÊ COMO PESSOA Não há como construir um(a) vencedor(a) se você se vê como um fracasso pessoal. Procure fazer o que gosta, dentro e fora do trabalho. Você vai se sentir mais feliz e lidará melhor com a frustração e aquele sentimento de improdutividade que às vezes bate. Não desanime: olhe a sua volta e alimente- se dos resultados que colheu, por menores que sejam.
8 - INVESTIGUE O MERCADO É preciso ter uma visão abrangente dos rumos que sua atividade e o mundo estão tomando, ver o que acontece em sua área de atuação nos outros países. É muito comum encontrar pessoas decepcionadas com mercados saturados, que batalham para criar um diferencial quando já deviam estar realizadas. Para evitar decepções, tente conciliar as perspectivas com suas habilidades e desejos para que sua carreira lhe traga, além de sucesso e reconhecimento, satisfação pessoal.
9 - AVALIE AS MUDANÇAS COM OBJETIVIDADE Se você é aquele tipo de pessoa que busca garantias para aceitar uma promoção, por exemplo, sua carreira tende a empacar. Assuma os riscos de suas decisões, até porque, numa troca de empresa, não há como prever como será sua adaptação ao ambiente e cultura novos, por melhores que eles sejam. Lembre-se: como na loteria, só tem chance de ganhar quem aposta. Se for o caso, não tenha medo de trocar ou de trabalhar em tempo integral, no que realmente fará a diferença em sua vida. Saiba avaliar isso com precisão e é bom, em alguns casos, buscar orientação em quem você confia ou que realmente está interessado em sua vitória.
10 - LEIA MUITO E de tudo. Num mundo globalizado, saber o que acontece a nossa volta é obrigatório. Trafegar com desenvoltura por assuntos variados e sobre especificidades de sua área vai contar pontos a seu favor.
11 - SAIBA SE VENDER Um bom marketing pessoal abre muitas portas. É importante que você transmita a importância daquilo que fez e como faz, para si e para o mercado de trabalho, com confiança. Cuidado apenas para não aparecer exibido(a): seja objetivo(a) ao ressaltar seus, pontos "positivos", conquistas e descobertas. O resto é decorrência disso.
12 - FOCALIZE OS OBJETIVOS NÃO OS EMPECILHOS Quando as coisas se enrolarem, concentre-se no resultado e pare de perder tempo justificando os erros ou percalços do processo. Afinal, eles acontecem com todas nós praticamente o tempo todo. Reclamar é sabidamente um modo de perder tempo.
13 - MANTENHA-SE MOTIVADO(A) E ESTIMULE OS COLEGAS Um certo desânimo de vez em quando é normal, desde que não vire regra. Muitas vezes, a insatisfação é provocada por algum processo desgastante que faz o objetivo parecer inexeqüível. Um bom papo competente ajuda e novos desafios resgatam sua motivação e estimulam toda a equipe a apontar-lhe novos caminhos.
14 - FAÇA UMA AUTO ANÁLISE O(A)s profissionais que minam suas chances de sucesso geralmente não se conhecem, duvidam da própria capacidade e "travam" por medo e ansiedade. Se você se sente assim, é o momento de parar e pensar sobre o que a empresa e aqueles que “dependem” de tua atitude esperam de você e acima de tudo, o que você deseja da vida. O auto conhecimento é um processo contínuo, fundamental para construir o sucesso.
15 - ESPELHE-SE NOS VENCEDORES A turma que vive cochichando sobre os insucessos alheios deve ser evitada bem como aqueles que tem “dor de cotovelo” do real sucesso de outros e vivem falando “isso ou aquilo”. Espelhe-se no exemplo das pessoas que, mesmo não ocupando cargos de chefia, agem como vitoriosas e realizam-se a cada conquista. Em decorrência, ascendem profissionalmente. Pense sempre grande.
16 - NÃO FUJA DOS DESAFIOS Ao deparar com uma tarefa difícil, uma promoção, um novo “pin”, a tendência de boa parte das pessoas é fugir da raia. Que tal um pouco mais de autoconfiança? Se a empresa ofereceu-lhe a incumbência, é porque acredita em sua capacidade. O mesmo vale para uma nova retomada de decisão, uma nova arrancada: agarre a oportunidade e mostre a que veio.
17 - TRACE UM OBJETIVO DE VIDA Objetivo é aquilo que pode ser quantificado, tem prazo para acontecer, envolve planejamento e escolha. Se você ficar apenas no plano do desejo ("quero ser realizada"), provavelmente desperdiçará boas oportunidades e não conseguirá direcionar sua energia e talento. Concentre-se na meta e, faça sempre uma reavaliação. Reavalie suas medições, e lembre-se “aquilo que não medimos, não poderemos controlar”.
18 - SEJA COMPETITIVO. A FÉ DE QUE TUDO DARÁ CERTO, É FUNDAMENTAL. Profissionais que se desconectam do mercado acabam vinculando seu sucesso à permanência na empresa onde estão. Pessoas bem sucedidas "funcionam" em qualquer lugar e não acreditam sua ascensão apenas a uma única estrutura. Sempre tenha novas estruturas funcionais, nunca dependa apenas de uma. Capitalize suas iniciativas e invista na educação contínua. V.V. Rien certa vez disse: “o aperfeiçoamento é conseqüência do fazer” Então, não tenha medo, pois essa bagagem ainda terá validade em novas lutas, em outras situações. Essa é uma ótima tática para praticar a independência e a autoconfiança.
19 - CONSTRUA UMA BOA REDE DE CONTATOS Se você não quer passar por interesseiro(a), daquelas que só telefonam quando precisam, mantenha-se em contato com as pessoas. Família, amigos, conhecidos do trabalho, etc, e são eles que vão lhe trazer novas referências e abrir portas inesperadas.
20 - ASSUMA O CONTROLE DE SUA CARREIRA Quem quer crescer não entrega o destino nas mãos de outra pessoa. A estratégia para dominar o crescimento é juntar em sua atividade o que você quer (desejo) e o que precisa (objetivo) com aquilo que o mercado oferece de melhor. Dominar esse processo significa mais chances de vencer e, principalmente, menos frustração. Mas nunca desiste, de tempo ao tempo.
"Ary maclaud"
Que possamos continuar a crescer juntos, e que juntos possamos continuar a crecer!

Planejamento financeiro – Como fazer?


Autor: Blog eu, patrão!

Acredito que a forma mais fácil de entender como fazer um planejamento financeiro seja a divisão do dinheiro em caixas diferentes. Estas caixas podem ser caixas de sapatos, cofres, contas bancárias ou só anotações detalhadas em um pedaço de papel ou em uma planilha do Microsoft Excel.

A idéia das caixas é a seguinte: de tudo o que você comercializar, uma parte é o lucro a outra tem que obrigatoriamente voltar para a empresa, para que você possa repor as mercadorias, pagar as contas e manter a empresa ativa.

A grande pergunta “Como fazer?” se concentra em entender como se calcula o quanto é o lucro e o quanto se usa para repor as necessidades da empresa.

Primeiramente faça um levantamento de todo o seu custo fixo, ou seja, o quanto você gasta por mês vendendo ou não. Por exemplo, aluguel, telefone, água, luz, folha de pagamento, inclusive o seu pró-labore, dívidas de empréstimos, aluguel de equipamentos. Anote tudo o que é valor fixo, valor que não se altera em relação às vendas. Agora some tudo e ache o total, então escreva esse valor em uma das caixas.

Faça então os cálculos para saber o quanto gasta com cada produto comercializado, obviamente é necessário listar todos os produtos da empresa e listar tudo o que é necessário para fabricar, armazenar, embalar, despachar, enfim, tudo o que envolve sua comercialização, sua venda. Por exemplo, se você for vender lanche, o seu x-salada será seu produto, que é fabricado com um pão, um hambúrguer, uma fatia de queijo, uma rodela de tomate e uma folha de alface. É embalado em um saco plástico, as matérias-primas são armazenadas na geladeira e ele é preparado na chapa consumindo gás, e o produto após estar pronto é despachado via moto-táxi até o cliente final.

Para saber o custo variável deste produto, o x-salada, é necessário saber o quanto vale o pão, o hambúrguer, a fatia do queijo, a rodela de tomate, a folha de alface, o saco plástico usado e o moto-táxi. Neste caso, você ainda pode optar por colocar os gastos com a estocagem e a produção, ou seja, o quanto gastou com a geladeira e o gás para produzir exclusivamente este lanche, como custo fixo, mas na maioria dos casos isso também deve ser calculado como custo variável. Atente também ao fato de que é necessário saber o custo da fatia do queijo e não do quilo de queijo, da rodela de tomate e não do tomate inteiro e da folha de alface e não do maço. Inicialmente pode parecer exagero ou difícil saber exatamente quanto custa cada coisa, mas com contas simples de multiplicação e divisão, boa vontade e umas horinhas, você consegue facilmente fazer isso. E depois de feito é só administrar suas variações em função do aumento do preço de uma coisa ou outra.

Agora que você sabe o custo variável faça uma tabela com o nome de cada produto e com o seu custo variável na frente e cole-a em outra caixa.

Na seqüência simplesmente escreva “lucro” em um papel e cole em outra caixa diferente.Para cada produto comercializado, vá até a caixa de “custo variável”, veja o valor que você anotou lá e coloque essa quantia dentro da caixa. O que sobrar é o seu lucro bruto, que deve ir direto para a caixa de “custo fixo”. Quando esta segunda caixa alcançar o valor marcado nela, você pára de depositar dinheiro ali e passa a colocar na caixa de “lucro”, que é na verdade seu lucro líquido. Então vamos entender: valor da venda menos custo variável é igual a lucro bruto, lucro bruto menos custo fixo é igual a lucro líquido.

Na verdade fazendo isso você terá feito um demonstrativo de resultado do exercício (DRE). Para que isso se torne um planejamento financeiro é necessário que seja feito um DRE para todos os meses do ano ou para os próximos anos. Use para isso estimativas e projeções baseadas em conhecimentos específicos e para cada fim de período ou mudança nos planos, sente-se e refaça seus DREs para os períodos seguintes. E, pronto, você tem em mãos uma poderosa ferramenta administrativa, o planejamento financeiro, mas para que fique registrado o DRE é uma parte do exercício de formação de preço, que deve ser feito na sua totalidade para que se alcance corretamente os dados para o preenchimento do DRE. Neste exemplo eu não citei os valores em percentuais que formam o preço, por exemplo, impostos. E em futuros artigos estarei falando mais especificamente sobre “formação do preço de venda”.

12 coisas que você pode fazer agora mesmo (Parte 1)

por Raúl Candeloro

1. Transmita confiança na sua empresa: Toda empresa, independentemente do ramo de atuação, deve investir na sua marca e imagem no mercado. Empresas sólidas e conhecidas acabam ganhando muitos negócios de clientes indecisos, que preferem gastar um pouco mais em troca da tranqüilidade de um nome famoso. Mais importante ainda é conquistar a confiança total dos seus clientes atuais, para que eles continuem comprando e recomendando você. Como diria o consultor Stephen Schiffman, não estamos no negócio de atrair otários. Enganar prospects e clientes é a melhor maneira de afundar sua empresa.
2. Depressão pós-parto: Existe um conhecido fenômeno psicológico que poderíamos chamar de arrependimento pós-compra. É quando, após assinar o cheque ou dar o dinheiro, o comprador começa a questionar se realmente tomou a decisão correta. Esse momento de insegurança pode ser utilizado para benefício do vendedor, reforçando sua relação com o cliente. Basta tomar algumas ações bastante simples: ligar, parabenizando pela compra; mandar cartas, cartões ou mesmo um buquê de flores, dependendo da situação. Não abandone seu cliente após a compra. Aproveite a situação e prepare o terreno para vendas futuras.
3. Encontre mais utilidades para o seu produto ou serviço: Ao realizar pesquisas entre seus clientes, milhares de empresas no mundo todo acabaram descobrindo que eles usavam seus produtos ou serviços para finalidades completamente diferentes daquelas planejadas inicialmente. Como você provavelmente não tem uma bola de cristal (e parece que não se fabricam mais...), fica difícil imaginar todos os usos possíveis para o que você vende. Mas, acredite, existem muitos. Por isso, pergunte, pergunte, pergunte. Você pode acabar descobrindo novas utilizações, posicionamentos mercadológicos e nichos lucrativos totalmente inexplorados para seus produtos e serviços.
4. Torne-se um consultor (porque você é mesmo): De duas uma: ou você é um expert na sua área ou deveria estar trabalhando em outro ramo. Imaginando que você tenha escolhido a primeira opção, seria uma pena (para não dizer vergonha) que existissem por aí pessoas ou empresas que poderiam se beneficiar dos seus conhecimentos, mas que não o estão fazendo. Além do prejuízo óbvio, é um pecado contra a sociedade. Seus clientes devem confiar tanto em você que vão procurá-lo sempre que tiverem dúvidas sobre um projeto. A única maneira de alcançar esta posição é não tentar vender alguma coisa sempre que visitar um cliente, mas sim ouvir atentamente e tentar resolver suas dúvidas e problemas (mesmo que isso envolva indicar outras soluções que não a sua).
5. Mostre entusiasmo: “Oh, céus... Oh, vida...”. Sempre que vejo alguém reclamando da situação me lembro do Hardy, um personagem dos desenhos animados que vivia reclamando de tudo. É claro que sempre chovia nele e todas as bigornas acabavam caindo na sua cabeça, criando um círculo vicioso difícil de sair. É como aquela história dos dois vendedores que foram mandados para a África vender sapatos. Um deles voltou deprimido - ninguém lá usava sapatos, logo, ninguém iria comprar. O outro vendedor voltou todo entusiasmado - ninguém lá usava sapatos, logo, iriam todos comprar! Ninguém gosta de conviver com pessoas e empresas negativas, que passam pela vida se arrastando, lamuriando seu triste destino. Colhemos o que plantamos, e quem tem razões para se lamentar geralmente tem absolutamente toda a culpa pela situação.
6. Faça as coisas acontecerem: O seu cliente precisa preencher um formulário? Elimine os dados desnecessários e facilite a sua vida. Se possível, preencha os documentos para o cliente. Consiga as linhas de financiamento. Entregue em casa. Vá buscar. As pessoas estão cada vez mais ocupadas, e vão reagir de maneira altamente positiva sempre que você tornar a sua vida mais fácil.

Raúl Candeloro é palestrante e editor das revistas VendaMais®, Motivação® e Liderança®, além de autor dos livros Venda Mais, Correndo Pro Abraço e Criatividade em Vendas. Formado em Administração de Empresas e mestre e empreendedorismo pelo Babson College, é responsável pelo portal www.vendamais.com.br. E-mail: raul@vendamais.com.br

Improbidade Administrativa

A improbidade administrativa é um dos maiores males envolvendo a máquina administrativa de nosso país e um dos aspectos negativos da má administração que mais justificam a implementação de um maior controle social.
A expressão designa, tecnicamente, a chamada “corrupção administrativa”, que, sob diversas formas, promove o desvirtuamento da Administração Pública de seus fundamentos básicos de moralidade, afrontando os princípios da ordem jurídica do Estado de Direito.
Entre os atos que a configuram estão aqueles que importem em enriquecimento ilícito, no recebimento de qualquer vantagem econômica, direta ou indireta, em super faturamento, em lesão aos cofres públicos, pela prática de qualquer ação ou omissão, dolosa ou culposa, que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade e lealdade às instituições.
O conceito de improbidade é bem mais amplo do que o de ato lesivo ou ilegal em si. É o contrário de probidade, que significa qualidade de probo, integridade de caráter, honradez. Logo, improbidade é o mesmo que desonestidade, mau caráter, falta de probidade.
Neste sentido, pode-se conceituar o ato de improbidade administrativa como sendo todo aquele praticado por agente público, contrário às normas da moral, à lei e aos bons costumes, com visível falta de honradez e de retidão de conduta no modo de agir perante a administração pública direta, indireta ou fundacional envolvidas pelos Três Poderes.
O preceito constitucional inscrito no “caput” do art. 37 da Constituição Federal de 1988, abrange os agentes públicos de maneira geral, sendo ora aquele que exerce atividade pública como agente administrativo (servidor público stricto sensu), ora aquele que atua como agente político (servidor público lato sensu), que está no desempenho de um mandato eletivo.
Conforme estabelece o referido artigo, a violação a um dos princípios enumerados em seu corpo, atrai para o agente público que o violar – tanto administrativo, quanto político - as sanções prescritas pela Lei nº 8.429/92 (Lei de Improbidade Administrativa), pela Lei nº 1.079/50 (Crime de Responsabilidade)
[1], pela Lei nº 4.717/65 (que regula a Ação Popular)[2], além da legislação específica que regulamentar a matéria definida constitucionalmente.
Doutrinariamente, a Improbidade Administrativa pode ser definida como sendo
“a corrupção administrativa, que, sob diversas formas, promove o desvirtuamento da Administração Pública e afronta os princípios nucleares da ordem jurídica (Estado de Direito, Democrático e Republicano) revelando-se pela obtenção de vantagens patrimoniais indevidas às expensas do erário, pelo exercício nocivo das funções e empregos públicos, pelo "tráfico de influência" nas esferas da Administração Pública e pelo favorecimento de poucos em detrimento dos interesses da sociedade, mediante a concessão de obséquios e privilégios ilícitos.”
[3]
O crime de Improbidade Administrativa ocorre quando o sujeito ativo, investido de função pública, seja ela qual for, temporária ou efetivamente, responsável pelo gerenciamento, destinação e aplicação de valores, bens e serviços de natureza pública, obtenha os seguintes resultados:
- enriquecimento ilícito (artigo 9º, Lei n° 8.429/1992), ou seja, atos que importem auferir qualquer tipo de vantagem patrimonial indevida em razão do cargo, mandato, função, emprego ou atividade. Alguns atos que ilustram este dispositivo são os contratos firmados com empreiteiras e super valorizados, participação em lucros com empresas terceirizadas para a execução de serviços, o recebimento de propinas e vantagens em detrimento do patrimônio público, a utilização de máquinas e instrumentos públicos em benefício próprio, adquirir, para si ou para outrem, no exercício do mandato, cargo, emprego ou função pública, bens de qualquer natureza cujo valor seja desproporcional à evolução do patrimônio ou à renda do agente público, dentre outros.
- lesão ao erário por ação ou omissão, dolosa ou culposa, ainda que não receba direta ou indiretamente qualquer vantagem (artigo 10, Lei n° 8.429/1992). Por exemplo, doações oriundas do patrimônio público a fim de alcançar promoção ou vantagem pessoal, a utilização de coisa pública para fins de campanha política, ordenar ou permitir a realização de despesas não autorizadas em lei ou regulamento, além de outros.
- ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade e lealdade às instituições. (artigo 11, Lei n° 8.429/1992). Ou seja, executar ato proibido em lei, deixar de executar ou retardar ato de ofício necessário para que se alcance determinado resultado, fraude em concurso público etc.
Nesse mesmo nível o ordenamento jurídico brasileiro conta também com a Lei de Licitações, a Lei de Responsabilidade Fiscal, os estatutos de servidores públicos e os regimentos e códigos de conduta, entre outros não menos importantes.
O princípio da Honestidade diz respeito ao universo de moralidade que deve reger a conduta do agente público. Todos devemos seguir princípios morais para se viver em sociedade, e a honestidade é um destes princípios; imparcialidade, ou seja, que o agente deve ser impessoal em sua função e evitar qualquer forma de discriminação no exercício da função; legalidade significa que todo ato administrativo está delimitado por parâmetros legais e o efeito destes atos deve corresponder a estes limites.

"Imaginem se esse País fosse sério"


Escrito por Luiz Marins
Quando eu trabalhava em Nova Iorque assisti a uma palestra de um diretor de um grande banco sobre as oportunidades de investimento no mundo contemporâneo. Ele falava das vantagens comparativas e competitivas de cada país, inclusive os emergentes.
Quando falou do Brasil mostrou os dados de nosso mercado interno, de nosso sistema bancário, de nosso potencial turístico, de nosso desenvolvimento em tecnologia de informação, de nossa riqueza natural, da ausência de terremotos, furacões, etc. e quando terminou, com todos os participantes boquiabertos com nossas vantagens comparativas, ele disse: "Imaginem se esse País fosse sério." Isso foi em 1990.
Agora um estudo da ONU/UNCTAD - Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento - aponta o Brasil entre os cinco melhores países para se investir. O estudo novamente fala de nossas vantagens de mercado interno, riquezas naturais e até de estabilidade econômica.
Ao conversar sobre este novo estudo com alguns diretores de agências internacionais de investimento, novamente tive o desprazer de ouvir o comentário: "Imagine se esse País fosse sério".
Quinze anos se passaram e a sensação é a mesma. Jogamos fora as oportunidades de um crescimento sustentado, de uma redistribuição de renda mais justa e de acesso ao emprego, à educação e cultura às camadas mais pobres do nosso Brasil.
Talvez seja chegada a nossa hora de aprender.
Talvez seja chegada a nossa hora de aprender que vale a pena ser sério, honesto, cumprir contratos, respeitar prazos, educar pessoas, assumir compromissos, ser leal com a verdade e com a justiça.
A verdade é que todos nós, brasileiros, já estamos cansados de sofrer as conseqüências de nossa inconseqüência. Cansados de ver o País do futuro que nunca chega, da lei que não é cumprida, da autoridade que corrompe, da obra que não termina, da verba que some, da manchete que assusta. Penso, enfim, que estamos cansados de nossa esperteza que só perde, do "levar vantagem em tudo" e até de acreditar num Deus brasileiro.
Portanto é hora de mudar. É hora de assumir uma conduta de gente séria, honesta, cumpridora dos deveres, da palavra, dos contratos. É hora de nos indignarmos com a complacência do mal, com a permissão do erro, com o descumprimento da lei. E essa é uma tarefa de cada um de nós, brasileiros de verdade, em nossos lares, em nossas famílias, em nosso emprego. É hora de fazer bem feito, de ser honesto, de cumprir o que promete, de educar bem nossos filhos, de respeitar os colegas, de aumentar a qualidade de nossos produtos e serviços, de respeitar clientes, de fazer o certo e ter vontade de ser melhor.
É hora de voltar a ter orgulho de ser brasileiro e mostrar não só ao mundo mas a nós mesmos que este é sim, um País sério, com gente honesta, trabalhadora e honrada e que não aceita ser julgado pela exceção.
Pense nisso. Sucesso!

Comprometido com a marca

Você acreditaria num vendedor da GM que fosse vender a você e chegasse num carro da Fiat? Ou um vendedor da Volks que tivesse um Ford?
Fico estarrecido ao ver o total descomprometimento das pessoas com a marca dos produtos com os quais trabalham e da empresa da qual recebem seus salários.
É preciso que tenhamos total comprometimento com as "nossas" marcas!
Assim, quem trabalha na Brahma não deve tomar Kaiser ou Coca-Cola. Da mesma forma, quem trabalha na Coca-Cola não deve tomar Antarctica! E assim por diante. Não vejo cabimento em alguém ser funcionário do Banco Real e me pagar uma despesa com chegue do HSBC-Bamerindus! Quem trabalha na Souza Cruz não pode fumar Marlboro! Quem trabalha na Champion Papel e Celulose não pode usar papel da Votorantim! Ou pode?
Sei que muitos vão achar esta opinião draconiana e absurda. Um verdadeiro acinte à privacidade ou ao direito individual de escolha. A verdade, porém, é que o mercado é uma guerra! E se atirarmos contra nós mesmos não há batalha que possa ser vencida! E se eu, que trabalho na empresa e recebo dela, não prestigiar a marca, quem prestigiará?
Mesmo que você trabalhe numa área distante das vendas ou do marketing, é sua obrigação (pelo menos enquanto trabalhar para a empresa) usar somente produtos da "sua" marca. Ou então você estará trabalhando contra seu próprio emprego. Pense nisso!
E, na minha opinião, não há desculpas para esse descomprometimento. Vejo gente dizendo: "- Não consegui encontrar o produto da marca da empresa e por isso comprei de outra...". Caso não encontre os produtos de sua marca, não compre! Mesmo que você não seja "funcionário" da empresa, mas um terceirizado que presta serviços - propaganda, consultoria, fornecedor de matérias primas ou serviços - sua obrigação é prestigiar totalmente as marcas de seus clientes! Ou não é?
Essa falta de sensibilidade tem feito muita gente perder a confiança da empresa, o contrato e até o emprego. Não há do que reclamar. É pura falta de comprometimento. Assim como você sente-se livre para usar marcas concorrentes, a empresa sentir-se-á livre para livrar-se de você. Ou não?

Inovar! Tranformar! Reinventar!


Escrito por Luiz Marins
Estive, com um grupo de empresários, visitando empresas americanas. Visitamos a Saturn (General Motors), a Andersen Consulting (Projeto 2020), a 3M e a Hewlett Packard.O que vimos?

Vimos empresas que têm um visão de futuro excepcional. Vimos empresas com 60.000 produtos diferentes no mercado e que continuam inovando, se transformando e reinventando a si próprias durante os 365 dias do ano. Elas não param! Elas não ficam esperando para ver o que vai acontecer. Elas não esperam que o mercado as arruine. Elas criam seu próprio mercado. Vimos uma HP que nos últimos anos vem lançando no mercado uma nova impressora a cada seis meses. Vimos uma 3M que busca 30% de seus resultados anuais em produtos lançados nos últimos 3 anos. Vimos uma Saturn (GM) reinventando as suas relações com seus concessionários e clientes a cada dia.

Conhecemos uma Andersen Consulting em busca de transformar-se a si própria para ser a cada dia melhor. No auge da crise dos mercados asiáticos, não vimos nenhuma empresa se lamentando e paralisada. Vimos empresas buscando saídas, criando produtos novos e diferentes para surpreender, encantar e entusiasmar seus clientes. Vimos empresas que investem milhões e milhões de dólares em pesquisa e desenvolvimento visando a inovação. Vimos empresas que investem milhões e milhões de dólares em treinamento e desenvolvimento pois todas acreditam que o seu maior capital é o capital humano e sem ele inovação e transformação são tarefas impossíveis.

Bastam umas visitas como as que fizemos e passamos a compreender porque essas empresas têm o tremendo sucesso que têm. Não é à toa. Não é por acaso! Elas fazem as coisas certas, as coisas óbvias, aquilo que deve ser feito para conquistar e manter clientes fidelizados às suas marcas. Elas estão atentas às tendências do mercado. Elas surpreendem. Elas sabem que o sucesso hoje não garante o sucesso amanhã e por isso não ficam sentadas sobre sua coroa de louros do sucesso presente. Elas investem com visão de longo prazo. Por tudo isso, são o que são.Compare tudo isso com a sua visão de empresa.

Compare tudo isso com a sua empresa, com os seus investimentos em pesquisa, treinamento, atendimento, inovação, gente. Agora não é hora de "curtir" a crise. Agora é hora de agir em direção à inovação, à transformação.

Agora é a hora de reinventar a empresa!

Idéias que viram dinheiro - GOOGLE

Como o Google inova
Dá tempo livre:

Cada engenheiro gasta um dia por semana para desenvolver o próprio projeto, mesmo que não esteja vinculado à missão da empresa. Se houver muito trabalho na semana, a folga fica acumulada. O Google News surgiu com esse processo.
Lista idéias:
Qualquer funcionário pode expor idéias de novas tecnologias ou de negócios. Basta inscrevê-las numa listagem. Quem sugerir idéias pobres ou mal formuladas deve estar preparado para enfrentar as críticas.
Atualiza decisões:
De duas a três vezes por semana, os gerentes promovem sessões para debater novas idéias. Foi numa dessas reuniões que surgiu a home page personalizada do Google.
Promove brainstorms:
Oito vezes por ano, uma centena de engenheiros e técnicos participa de uma reunião em que seis conceitos são debatidos durante 10 minutos cada um, no máximo. O objetivo disso é enriquecer cada conceito à razão de uma idéia por minuto.
Compra boas idéias:
Apesar de desenvolver tecnologia em casa, o Google adquire empresas com iniciativas interessantes. Em 2004, comprou a Keyhole, dona da tecnologia que permite oferecer mapas sofisticados com imagens por satélite.

Num estudo feito pela pesquisadora Silvana Pereira de Aguiar, professora da Fundação Getulio Vargas de São Paulo, foram identificados 18 fatores comuns às empresas inovadoras.

Talvez o mais poderoso e decisivo deles seja o que ela batizou de "mecanismo antiinércia", um sistema de trabalho capaz de combater o mal da mesmice burocrática, cada vez mais comum no mundo dos negócios.

Apesar das peculiaridades de cada uma das empresas que figuram nesta reportagem, uma coisa é certa: todas conseguiram mobilizar seus times e romper com a barreira da imobilidade, que, com o tempo, leva uma empresa à obsolescência. Para elas, a inovação é muito mais que um termo da moda. Suas idéias se transformaram em dinheiro.
Fonte: SEBRAE-PR

Idéias que viram dinheiro - PROCTER & GAMBLE

Como a Procter & Gamble inova

Busca parceiros:
A companhia rompeu a síndrome do "não inventado aqui" e foi em busca de novas idéias mundo afora, o que acabou por criar redes de inovação com fornecedores, universidades e laboratórios de pesquisa.
Descobre as mulheres:
Em vez de se limitar a fazer pesquisas de mercado, executivos (inclusive o presidente mundial) conversam e observam a s consumidoras em supermercados e visitam suas casas.
Cria novos mercados:
As informações colhidas em campo são repassadas às divisões de pesquisa e desenvolvimento. Ao entender melhor os hábitos dos clientes, a P&G pôde lançar uma série de novidades em categorias antes inexistentes ou estagnadas.
Vai além do produto:
Antes, as pesquisas visavam, sobretudo, aferir os prós e os contras de um novo produto. Agora, a preocupação se estende às embalagens e às promoções.
Chega de pesquisa.
Inovação não é exclusividade de quem produz alta tecnologia. A Procter & Gamble, uma das empresas americanas que hoje estão na vanguarda do movimento de inovação, há 168 anos só produz sabonetes, xampus, fraldas, absorventes e cremes dentais, entre outros itens rotineiros.

São produtos caracterizados por lentíssimo crescimento de vendas e margens de lucro cada vez mais apertadas, devido ao progressivo poderio de grandes cadeias varejistas nas negociações de preços. Dito isso, vale indagar o que fez a P&G para obter o que nenhum de seus concorrentes conseguiu. Em apenas cinco anos, a empresa registrou aumento de 40% nas vendas e duplicou os lucros. Isso com redução nos gastos com pesquisa e desenvolvimento. A resposta é inovação.
Fonte: SEBRAE-PR

Idéias que viram dinheiro - APPLE

Como a Apple inova

Com erros e acertos:
A Apple aprendeu a aprender com seus fracassos e sucessos, prática tida como um dos motores de sua cultura de constante reinvenção.
Contagia com entusiasmo:
O idealismo e o carisma do empresário Steve Jobs, co-fundador da Apple, são responsáveis por inocular na companhia um ambiente de entusiasmo quase fanático por grandes inovações, caso do iPod.
Privilegia o design:
Os produtos sempre nascem com uma visão de design. A visão artística, no início do processo, supera a comercial. Só depois que o design ficou pronto é que a viabilidade técnica será colocada à prova.
Os chefes delegam:
Os chefes de equipes delegam ao máximo. Há pressão constante por melhorias. Quando Jobs não gosta de algum componente, ele pode dizer "está uma droga", mas nunca dirá "faça aquele botão maior".
Ousa sem medo:
Os executivos costumam confiar em suas tacadas, mesmo que não haja garantia de sucesso.

Menos dinheiro, mais cérebro.
O conceito de inovação está cada vez mais centrado no profundo entendimento das necessidades dos consumidores. É o que aponta o caso da americana Apple, considerada a empresa mais inovadora da atualidade. O sucesso retumbante de produtos como o iPod, que já vendeu 16 milhões de unidades, deve-se mais a essa capacidade do que propriamente à tecnologia que embute.

O zelo com o design possibilita à Apple popularizar e simplificar produtos sem risco de transformá-los em commodities. É um poderoso fator de diferenciação. Sua habilidade para encantar os consumidores com novidades com que nem sonhavam é outra virtude sintonizada com a "economia da criatividade", expressão usada pela revista americana Business Week ao se referir ao atual movimento de inovação.

Participar desse movimento não significa colocar uma legião de funcionários para criar produtos a esmo. Foco é fundamental. Foi esse o caminho escolhido por Steve Jobs, fundador e presidente da Apple. Intuitivo e obcecado por detalhes e resultados, ele eliminou dezenas de projetos para alocar suas equipes em grandes apostas, como o iPod, a loja virtual de música iTunes e o iBook. A dispersão de projetos é um dos fatores que fazem o dinheiro de P&D seguir pelo ralo.

A Apple investiu 489 milhões de dólares em pesquisa de novos produtos no ano passado, o equivalente a 5,9% de suas vendas. Esse valor não chega a um décimo das despesas da IBM com pesquisas. Desde 1999, a empresa de Steve Jobs investe abaixo da média de seu setor. "A Apple obtém resultados mais com cérebro do que com dinheiro", conclui um estudo da Booz Allen.
Fonte: SEBRAE-PR

Idéias que viram dinheiro - NATURA

Como a Natura inova

Explora seus valores:
Suas inovações são guiadas por valores da marca, como a importância dos relacionamentos e do autoconhecimento. Foi com base num estudo sobre os vínculos entre mães e filhos que surgiu um óleo de massagem para bebês, até então inédito no mercado brasileiro.
Mantém ouvidos abertos:
A rede de quase 500 000 consultoras gera 200 000 ligações telefônicas a cada mês. Metade desses contatos alimenta com reclamações e sugestões a área de pesquisa e desenvolvimento.
Envolve a cúpula:
Toda segunda-feira, o presidente, diretores e os principais acionistas participam de uma reunião que se prolonga por 8 horas, quando são examinados os principais projetos de inovação e novos produtos.
Estabelece redes:
Ao aderir ao conceito de open innovation (inovação aberta), a empresa amplia o número de acordos para desenvolvimento conjunto de inovações com fornecedores locais e laboratórios internacionais, a exemplo do mantido hoje com a Universidade de Paris.
Mescla suas equipes:
Como cerca de 70% do faturamento provém de produtos lançados nos últimos dois anos, a empresa manteve em 2005 um portfólio com uma centena de projetos de novos produtos, cada um analisado por um grupo de cinco executivos de diferentes áreas e especialidades.
Um novo produto em três dias.
Neste ano a Natura, maior empresa de cosméticos do país, investe cerca de 50 milhões de reais no desenvolvimento de novos produtos. É cerca de um décimo do que gastam suas maiores concorrentes internacionais. Trata-se de um problema recorrente entre as companhias brasileiras. A saída da Natura foi procurar as soluções em lugares inexplorados. Na culinária do norte do país, por exemplo. Mais especificamente num prato típico do Pará, o pato no tucupi.

Foi de um dos condimentos do prato, o jambu, que a Natura achou a matéria-prima para desenvolver um de seus mais recentes lançamentos, o creme anti-rugas Spilol, uma espécie de Botox. No interior do país, o jambu é usado como um popular anestésico. Ao descobrir isso, a equipe de pesquisadores da Natura, responsável por um levantamento sistemático da biodiversidade, intuiu que aí poderia estar a origem de um produto que paralisasse as rugas de expressão.

Durante um ano e meio, os técnicos da empresa trabalharam para transformar a planta em produto. O Spilol é o único produto no mundo, à base de ingredientes naturais, com essas características. "A tarefa mais difícil não foi a descoberta em si, mas como produzi-la em escala industrial", afirma Eduardo Luppi, diretor de inovação.

Num estudo recente da Harvard Business Review, a Natura foi apontada como caso exemplar de estratégia de inovação em mercados emergentes. Baseada no desenvolvimento realizado, a Natura consegue colocar em linha um novo produto em apenas três dias. O estudo apontou como vantagem competitiva da empresa a rede de distribuição formada por mais de 450 000 revendedoras e promotoras.

É o que possibilita à Natura o lançamento de 180 novos produtos a cada ano, captando quase 70% de seu faturamento de itens lançados nos dois anos anteriores. Trata-se de um índice muito elevado, até para padrões internacionais. Seus executivos precisam de apenas uma semana para saber se um produto caiu no g osto das clientes. Já houve casos de perfumes e bronzeadores serem retirados do catálogo antes mesmo que se disseminassem pelo mercado.

"Se o canal de vendas da Natura fosse o varejo, seria necessário aplicar ao menos 50 milhões de reais para lançar cada novidade", diz seu presidente, Alessandro Carlucci. Entre os recursos de pesquisa utilizados pela companhia para detectar tendências, a Natura mantém um grupo de estudo composto de formadoras de opinião. "Estamos sempre com um olho no futuro", diz Luppi.
Fonte:SEBRAE PR

Idéias que viram dinheiro - NUTRIMENTAL

Como a Nutrimental inova

Estabelece um júri:
Em reunião mensal, os principais gerentes analisam em 4 horas cerca de 40 sugestões de funcionários. Os votos são computados e decidem se uma idéia de um novo produto ou aperfeiçoamento deve seguir para o estágio, aguardar, ser revisada pelo próprio autor ou descartada.
Envolve a cúpula:
Se uma idéia é aprovada, dois gerentes são destacados para analisar o potencial de mercado, os canais de vendas e os assuntos legais. Num estágio mais avançado, quando devem ser aprovadas as verbas de pesquisas de mercado, o processo passa a contar com a participação da cúpula.
Remunera as boas idéias:
Equipes que sugerem novos produtos aprovados no processo ganham participação de 5% sobre os resultados de vendas da novidade durante o primeiro ano. O objetivo disso é aprimorar as sugestões e reduzir o número de idéias mal concebidas.

O produto que salvou uma empresa.
Por vezes, a inovação surge como uma oportunidade única para afastar uma empresa do abismo. Foi numa situação dessas que a paranaense Nutrimental, fabricante de alimentos, se viu enredada.

Até o início dos anos 90, mais de 80% de seu faturamento era dependente dos contratos com o programa de merenda escolar. Foi quando o sistema entrou em colapso. "O governo deixou de comprar e também de pagar o que já havia recebido", diz João Alberto Bordignon, diretor da Nutrimental. Alguns concorrentes fecharam as portas. Na época, a Nutrimental já conquistara alguma projeção nacional por ter sido a primeira a preparar alimentos especiais para as viagens iniciais do navegador Amyr Klink.

Também havia desenvolvido a primeira barra de cereais do mercado brasileiro, à base de castanhas produzidas por cooperativas de seringueiros. Foi com essa novidade que a Nutrimental pôde se reerguer. O sucesso não foi, porém, imediato. "Cometemos o equívoco de promover a barra como guloseima", diz Bordignon. Relançada dois anos depois com a marca Nutry, a barra decolou na onda dos alimentos de conveniência. Produzida atualmente em 16 versões com sabores de frutas, a marca é dona de cerca de um terço de um mercado que fatura 200 milhões de reais por ano e reúne duas dúzias de competidores.

A história da Nutrimental é uma prova de quanto é importante sair na frente, fazer primeiro e, de preferência, melhor que os demais.

Da época da crise restaram práticas hoje enraizadas na empresa. Sem recursos para pagar honorários de consultoria, a Nutrimental estimulou os funcionários a aprender. Formou as "equipes de crescimento": grupos de dez funcionários encarregados de avaliar até mesmo planos estratégicos, como um novo sistema de remuneração e projetos de expansão.

Coube a uma dessas equipes, em meados do ano passado, estabelecer uma nova maneira de administrar o processo de inovação. A cada mês, oito gerentes reunidos no auditório da fábrica julgam cerca de 40 sugestões submetidas por executivos e funcionários. EXAME assistiu a uma dessas sessões. É ali que aproximadamente 80% de idéias supostamente equivocadas são eliminadas. "Reduzir a margem de erro é vital para uma empresa média, como a Nutrimental", diz Guilherme Meister, gerente de marketing estratégico.

A reunião flui com grande velocidade. Cada idéia não ultrapassa 10 minutos de discussão. A empresa deve produzir cookies salgados? Vale a pena mudar o tamanho de uma embalagem para atender a uma encomenda internacional? Por meio de notas, os "jurados" se guiam por critérios, como adequação ao mercado e faturamento mínimo para que um novo item seja lançado. As equipes responsáveis por novos produtos que saírem do papel e chegarem ao mercado receberá da companhia 5% dos resultados no primeiro ano de comercialização.
Fonte: SEBRAE-PR

Idéias que viram dinheiro


Para inovar, não é preciso aplicar uma montanha de dinheiro em pesquisa e desenvolvimento (P&D). Uma pesquisa feita pela consultoria Booz Allen com 1 000 companhias abertas de todo o mundo mostra que os resultados de vendas e de lucros das que mais investem em pesquisa e desenvolvimento não são significativamente maiores que a média.

Por vezes, é o oposto. Considerada um modelo de criatividade e resultado no setor automobilístico, a japonesa Toyota está em terceiro lugar na lista das montadoras que mais investem em pesquisa e desenvolvimento. Seu valor de mercado, porém, supera a soma dos três maiores fabricantes mundiais.

O gênio da inovação destes novos tempos possui talentos de um Jacques Cousteau. É um explorador capaz de correr o mundo em busca do que há de melhor nas empresas. Depois, junta tudo o que viu e decide o que pode render mais para o próprio negócio. Também possui habilidades de antropólogo.

Observa e entende como os clientes reagem aos produtos e serviços disponíveis no mercado. É dotado ainda de uma capacidade premonitória. Antes dos concorrentes e até dos próprios clientes, consegue criar produtos que se tornam imprescindíveis. O gênio da inovação não responde a demandas de mercado. Ele as cria. Mesmo que, para isso, tenha de aprender e aprender com uma sucessão de fracassos.

Esse ser genial na verdade não existe. Como personagem individual, é uma ficção. O que, de fato há, são grupos de pessoas com diferentes talentos, temperamentos e formações que, reunidas numa empresa, conseguem ver antes que os demais e transformam essas visões em novos e bem-sucedidos produtos. "Pessoas são tudo na inovação. E não estamos falando apenas de luminares como Thomas Edison ou celebridades como Steve Jobs, da Apple", diz Tom Kelley, presidente da Ideo, uma das mais celebradas empresas de design do mundo.

6 características de toda empresa inovadora
O quadro mostra os pontos em comum de negócios que conseguem inovar sistematicamente.

1 - Têm uma cultura que apóia a criatividade. A inovação é encarada como estratégica. Todos estão comprometidos e contam com o apoio da alta direção para ousar

2 - Entendem o mercado e o consumidor. Valem-se de pesquisas convencionais e não convencionais para extrair conhecimento sobre as motivações dos consumidores, o que lhes permite antecipar-se à concorrência

3 - Mobilizam as equipes. Usando farta comunicação, conseguem mobilizar funcionários de diferentes áreas para gerar idéias que se transformam em novos e lucrativos negócios

4 - Cultivam um clima de liberdade. Os funcionários podem expressar livremente suas opiniões a respeito de novos projetos. Em vez de punições, os erros geram aprendizado

5 - Avaliam resultados. Estabelecem métricas claras tanto para avaliar o retorno financeiro das inovações como para recompensar os membros das equipes responsáveis por projetos bem-sucedidos

6 - Derrubam muros. Algumas das empresas mais inovadoras estenderam seus processos de desenvolvimento de novos produtos também aos fornecedores

Inovar tornou-se vital para empresas de qualquer porte e setor. De acordo com 90% de mais de 900 altos executivos entrevistados pela consultoria internacional de estratégia BCG, o crescimento orgânico dos negócios só é possível hoje com transformação de novas idéias em boas mercadorias.
Companhias que não inovam selam uma sentença de morte. Mais cedo ou mais tarde, ela virá, e virá, muito provavelmente, provocada pela evolução e pelas inovações feitas por uma concorrência cada vez mais pulverizada e diversificada. Outro fator diz respeito ao ritmo mai s acelerado de lançamentos. Ainda ontem um modelo de automóvel demorava quatro anos para vir à luz. Hoje, leva metade desse tempo. Devido a essas constatações, duas questões se tornaram primordiais atualmente no mundo dos negócios.
Questão número 1: como transformar uma empresa, com todos os seus mecanismos de planejamento e controle, num ambiente realmente inovador?

Questão número 2: como garantir que as inovações geradas façam sucesso no mercado e tragam resultados financeiros?

O mesmo levantamento da BCG indica que a maioria das empresas está insatisfeita com o retorno econômico de suas inovações. "Nenhum executivo questiona o valor da inovação", afirma Victor Fernandes, diretor da consultoria Monitor. "O que a maioria das empresas não tem é uma estratégia clara de como usar a inovação como motor de crescimento."
Fonte: SEBRAE-PR

Como Identificar oportunidades para se abrir um negócio?


O que é necessário para começar um negócio? Alguns dizem que é dinheiro outros que é ter uma boa idéia. Acho que dinheiro é algo até mais fácil para se conseguir, os bancos emprestam, você pode conseguir um sócio capitalista, claro tudo vai ter um custo depois mas, para conseguir uma boa idéia, não tem banco ou local para se adquirir.

Todo mundo tem seus insights, e momentos em que as idéias aparecem mais facilmente. No meu caso elas aparecem quando estou dirigindo, o que é perigoso algumas vezes. A última idéia que tive foi semana passada, ainda não tive tempo de registra-la mas como confio em vocês vou dizer qual é.

Li há algum tempo atrás que 20% das bananas produzidas são perdidas no transporte devido à falta de condições de embalar adequadamente a banana. Pensando nisso descobri uma técnica para desentortar banana. Não é uma idéia incrível? Um desentortador de bananas vai revolucionar o mercado, duvido que alguém já tivesse pensado nisso. Ficará muito mais fácil expor o produto no supermercado e se perderá menos no transporte.

Ok, não precisam me chamar de louco, analisando melhor esta idéia não é tão boa assim. Mas por que a idéia não é boa? Simplesmente porque não temos clientes que queiram o produto, ou que estejam dispostos a pagar mais por ele. Uma boa idéia precisa ser testada, analisado um protótipo, testado um mercado e depois de aprovado pelo consumidor lança-lo no mercado.

Mais importante que dinheiro ou idéia é uma oportunidade de mercado. Chamamos isso de vazio econômico. Podemos considerar uma oportunidade de negócio quando os clientes de uma determinada região tem uma necessidade específica e ninguém ainda esta satisfazendo esta necessidade. A quantidade de clientes que tem esta necessidade deve ser grande o suficiente para sustentar a empresa. Ser apenas mais um no mercado hoje é muito arriscado. Devemos ter um produto ou serviço que realmente faça a diferença. Este diferencial dever ser bom o suficiente para se sustentar por algum tempo sem que o concorrente consiga copiar. Um diferencial na prestação de serviço é muito mais difícil de se copiar que um diferencial no produto. Mas e se você não conseguir se diferenciar dos concorrentes? Mesmo assim é possível abrir minha empresa? CLARO.

Existem ainda mais duas situações que podem gerar uma vantagem competitiva e garantir que o seu negócio realmente se transforme em uma oportunidade de negócio. Apenas lembrando se você realmente descobriu um vazio econômico e existe uma necessidade de um grupo de clientes grande o suficiente que ainda não esta sendo atendido por ninguém, mas seu produto não tem um diferencial você ainda pode ter sucesso se tiver um bom relacionamento com seus clientes ou então ter menor custo que seus concorrentes.

Quando iniciamos um negócio geralmente nosso caixa é negativo, pois se gasta mais do que a receita. Na próxima fase quando temos um crescimento nas vendas a tendência é que o caixa se estabilize. Quando atingimos o potencial máximo de vendas e alcançamos a maturidade do negócio, começa a sobrar dinheiro. É nesta hora que a receita excedente deve ser aplicada em um novo negócio. Chamamos de surfar as ondas do mercado. Um surfista sempre pega a onda na crista da onda. Quando a onda começa a virar só espuma ele abandona para pegar a próxima. Isto significa que você tem que estar atento, prestando a atenção nas tendências de mercado. Abrir um negócio que é moda ou já tem muita gente ganhando dinheiro pode ser arriscado, pois estes empresários começaram o negócio quando o mercado ainda estava em crescimento, não entre em barca furada. O próximo passo depois do sucesso de um produto ou serviço é o declínio. O ciclo de vida dos produtos hoje estão cada vez menores. Você sempre deve estar com produtos na fase de maturidade, pois é lá que se ganha dinheiro, porem não esqueça de pegar a onda quando ela estiver ainda em crescimento, depois que ela se formou é muito difícil surfá-la.

SEBRAE/PR

Administrador, entenda o efeito do dólar baixo na economia


Para entender o efeito da queda do dólar na economia, é preciso ter em mente que a valorização do real tem dois lados: é benéfica para o consumidor, que paga menos pelos produtos importados, mas prejudica setores produtivos que sofrem a concorrência direta dos produtos vindos de fora. E são justamente os segmentos que mais empregam - calçados, vestuário e eletroeletrônicos - os mais afetados pelos produtos importados.

Segundo o economista-chefe do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), Edgar Pereira, a queda do dólar ajudou a reduzir preços e, conseqüentemente, elevou a renda do trabalhador brasileiro. Por outro lado, ela está afetando justamente os setores da indústria que são grandes geradores de emprego. Para evitar o aumento do desemprego, o governo federal está traçando um plano para reduzir os encargos trabalhistas pagos pelos setores que têm os maiores prejuízos com o crescimento dos importados.

De acordo com Pereira, as estatísticas oficiais já mostram uma contradição: a produção industrial continua a crescer, enquanto o nível de emprego diminui. “Quando você olha no curto prazo, a renda do trabalhador sobe (com a queda do dólar). Mas no médio e longo prazo há um efeito negativo. Para que o consumidor possa se beneficiar de um dólar mais barato ele tem de estar empregado”, diz Pereira.

Para quem tem dinheiro para gastar, o efeito da queda do dólar, que está perto de R$ 2 pela primeira vez em seis anos, é na verdade duplamente positivo: o aumento da concorrência de produtos de fora também ajudou a baixar o preço de mercadorias nacionais voltadas para a exportação. Esse efeito pode ser visto, por exemplo, na queda de preço de produtos eletrônicos e no aumento do consumo de alimentos mais caros, como bacalhau e camarão.

Outro setor beneficiado foi o turismo. O número de turistas brasileiros que viajaram para os EUA cresceu 50% entre 2003 e 2006. O número de passageiros que voaram para o exterior cresceu quase 20% no mesmo período, segundo o Ministério do Turismo.

Taxa de juros
A taxa de juros brasileira é apontada como a maior responsável pela queda do dólar. Até por isso, cresceu a aposta de que o Banco Central deve acelerar novamente no segundo semestre o ritmo de corte na taxa Selic. Nesta semana, empresários reunidos em Brasília disseram que, caso o juro real caia no Brasil, o dólar vai automaticamente subir.

A teoria é correta, de acordo com Daniel Gorayeb, analista de investimentos da Spinelli Corretora, a forte queda do risco-país nas últimas semanas aumentou ainda mais a entrada de dólares no Brasil. “A queda do risco deveria fazer com que os juros também caíssem. Isso ajudaria a diminuir a diferença de juros com outros países e faria com que esse fluxo de dólares ficasse menos intenso”, explica.

Ele diz acreditar que a queda dos juros e a redução no saldo da balança comercial brasileira, devido ao aumento das importações, ajudem a levar o dólar para um nível “mais equilibrado” até o final do ano, próximo de R$ 2,10. “Não dá para dizer exatamente se o dólar vai ficar abaixo dos R$ 2, mas a expectativa é que ele volte a subir até o final do ano”, diz.
Fonte: G1 Portal de Notícias

E esse dólar, hein?

A pergunta mais em moda no mercado (e mesmo fora dele) é “quando” o dólar vai custar menos que dois reais? Pois a cotação está nessa zona próxima a 2 X 1 já faz um bom tempo... E por que não cai?
Até aqui a resposta é uma só: porque o BC não deixa... Não por autoritarismo, por proibir normativamente que isso ocorra, mas por comprar tanto dólar (moeda estrangeira) que o mercado não se arrisca a vender abaixo de R$ 2, dado o sério risco de, no momento seguinte, se quiser recomprar, ter que fazê-lo a um preço maior. E, se vender mais barato e comprar mais caro, é prejuízo certo; coisa que, como sabemos, as instituições financeiras abominam... Leia mais.
Por Emilio Garofalo Filho

Como conquistar a devoção do seu cliente?


Harley-Davidson, Starbucks e Virgin Atlantic, essas empresas não se tornaram marcas cultuadas simplesmente devido aos seus produtos, de acordo com Chip Bell, autor de livros que são sucesso de vendas na área de serviço a clientes. Para essas empresas, a devoção do cliente está relacionada com a experiência que elas oferecem.Ter ótimos produtos é o preço de entrada. "As pessoas não são devotas a produtos, elas são devotas a uma experiência", disse Bell durante sua palestra na North American Conference on Customer Management (NACCM).Bell explicou que para proporcionar uma ótima experiência não basta conhecer as necessidades e expectativas dos clientes; também é necessário conhecer suas esperanças e aspirações. Ele sugeriu sete passos para que isso aconteça:

1. Engajamento - Escute para entender. As empresas precisam escutar seus clientes de uma maneira que demonstre que eles são valorizados. Isso é especialmente importante porque as expectativas dos clientes estão sempre mudando a cada momento. "Os clientes julgam você de acordo com o que eles pensam que deveria acontecer e não de acordo com a maneira que você os treinou", disse Bell.

2. Alistamento - Faça com que os clientes se sintam parceiros. É imperativo que as empresas incluam os clientes de uma maneira que eles se sintam parceiros da organização. Um jeito de fazer isso é através de feedback. "As empresas deveriam implorar por feedback e festejar pelo presente que isso é", disse Bell. "Podemos nos tornar cegos para os detalhes da experiência que oferecemos aos clientes, a não ser que escutemos o que eles nos dizem."

3. Aprendizado - Integre serviço e aprendizado. "Os clientes são devotos a empresas que os ajudam a aprender e os tornam mais bem informados", disse Bell. "Isso é algo muito poderoso, pois passa a seguinte mensagem: Eu me importo com o seu crescimento". Para acrescentar aprendizado à experiência do cliente, as empresas podem provê-los com informações que eles não tinham, mas valorizariam. Uma empresa de utilitários, por exemplo, atualmente termina as suas ligações, perguntando: "Existe mais alguma coisa que eu possa fazer que vá te ajudar a aprender mais?".

4. Poder - Ajude os clientes a se sentirem confiantes e seguros. A oferta de uma experiência consistente e confortável ajuda os clientes a se sentirem mais no controle. "O imprevisível nos deixa loucos", disse Bell. "Todo associado deve ser claro na assinatura da experiência que a sua empresa deseja criar."Na Disney, os funcionários e manobristas do estacionamento dizem aos clientes três vezes o nome da área em que estacionaram, para assegurar que eles lembrem onde estacionaram, evitando que terminem o dia com a experiência negativa de perder o carro. "A Disney administra até mesmo a última memória da experiência", disse Bell.

5. Encantamento - Crie uma experiência mágica Uma ótima experiência também está relacionada com o fato de ser única. "As empresas precisam personalizar a experiência de modo que surpreendam os clientes", disse Bell. Ele compartilhou, como exemplo, sua experiência durante uma estadia recente no Four Seasons, que incluiu ele, sua mulher e seu gato, Taco Bell. A equipe do hotel perguntou o nome do gato e foi extremamente atenciosa, mandando brinquedos e tigelas de água e de comida no serviço de quarto daquela noite. Mas o momento mágico foi na manhã seguinte, quando a funcionária que prestou o serviço de quarto trouxe o café da manhã. Ela entrou no quarto dizendo: "Taco! Bom dia, Taco Bell".

6. Confiança - Afirme que existe confiança no relacionamento "Toda confiança começa com um passo de fé", disse Bell. "Se você confiar primeiro nos clientes eles responderão de maneira amigável". De acordo com Bell, alguma coisa no relacionamento muda quando você mostra confiança. "O serviço de recuperação está relacionado com traição", disse ele. "A experiência não é formada apenas pela solução do problema, mas também pelo modo como a empresa demonstra empatia".

7. Afeto - Trabalhe com paixão. As empresas precisam mostrar aos clientes que eles são especiais. "Isso tem a ver com fazer o trabalho com energia e festejar os clientes", disse Bell. "Os clientes gostam de lidar com funcionários comprometidos, mas eles gostam muito mais de negociar com funcionários que demonstram paixão". Bell chama a atenção das empresas para que não direcionem todos os seus esforços para os custos transacionais e percam o valor do relacionamento.

Administrador-Empreendedor


Conheça as principais perguntas e respostas sobre a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa.Veja aqui.

Google é a empresa mais valiosa do mundo

Marca vale US$ 66,6 bilhões, segundo ranking publicado pelo Financial Times.

O Google é a marca mais valiosa do mundo, com valor de mercado de US$ 66, 4 bilhões. Os dados são do estudo anual das 100 marcas mais poderosas do mercado mundial, realizado pela BRANDZT em conjunto com o jornal Financial Times. O Google subiu para o topo do ranking deste ano, ocupando a posição número um. Em seguida vem a General Electric (U$ 61,8 mi), Microsoft (U$ 54,9 mi) e a Coca-Cola (U$ 44,1 mi). Juntas, as marcas do BRANDZT Top 100 apresentam faturamento de US$ 1,6 trilhão. O relatório completo do BRANDZT Top 100 por categoria e região, bem como, análises adicionais estão disponíveis nos sites:

Empreendedor, você entende de Negociação?


A Negociação faz parte de nossas vidas. Qualquer pessoa, independente de sua formação, escolaridade ou criação precisará negociar sempre ao longo da sua vida pessoal e profissional.Para os Empreendedores a Negociação assume uma posição especial para o desempenho de suas atividades, o que exige um esforço para o aprendizado de algumas técnicas que permitam alcançar o sucesso no mundo dos negócios.

Algumas variáveis estarão sempre inerente a qualquer processo de Negociação: Dois os mais atores (pessoas ou empresas) envolvidos e busca de uma solução que contemple de forma satisfatória os interesses das partes envolvidas.

Muitos Empreendedores acreditam que já sabem tudo sobre Negociação, uma vez que possuem anos de experiência negociando com clientes e fornecedores. Este sentimento revela, em via de regra, uma boa dose soberba e pode ocasionar resultados negativos. Estou convencido que a Negociação é muito mais uma questão de planejamento do que de experiência. Neste sentido, vamos sugerir algumas "dicas" para sua próxima negociação:

- Identifique de forma clara seus objetivos (o que você espera conseguir com o processo de negociação? Quais são os aspectos prioritários?)

-Busque o máximo de informações sobre a outra parte envolvida na negociação ( o sucesso de uma negociação está diretamente ligado a quantidade/qualidade de informações que você consegue sobre a outra parte)

- Esteja preparado no aspecto físico e mental.
Todo mundo conhece a expressão "vencer pelo cansaço". Em Negociação é importante manter sempre a calma e não se deixar levar por pressões (e mesmo provocações) da outra parte.
Muitos autores fazem referências a "arte da negociação". Penso que esta conceituação não é muito adequada, pois arte presupõe uma série de quesitos subjetivos(intuição, criatividade, talento etc), quando na prática o processo de Negociação depende de aspectos mais objetivos(planejamento, organização e conhecimento técnico).


Portanto, prezado Empreendedor é importante conhecer e estudar mais o assunto, pois certamente você será muito bem sucedido nas próximas Negociações.

Saudações Empreendedoras,
Prof. Bárcia

Você sabe o que é JURISPRUDÊNCIA?

Segundo o dicionário jurídico de De Plácido e Silva1, Jurisprudência é derivado da conjugação dos termos, em latim, jus (Direito) e prudentia (sabedoria), pelo que entende-se como a Ciência do Direito vista com sabedoria, ou, simplesmente, o Direito aplicado com sabedoria. Modernamente, entende-se por jurisprudência como sábia interpretação e aplicação das leis a todos os casos concretos que se submetam a julgamento da justiça. Ou seja, o hábito de interpretar e aplicar as leis aos fatos concretos, para que, assim, se decidam as causas.
Nesse sentido, a jurisprudência não se forma por decisões isoladas, mas sim após uma série de decisões no mesmo sentido. A grosso modo, pode-se dizer que: “precedente” é uma única decisão em determinado sentido; “jurisprudência” são diversas decisões no mesmo sentido; e “súmula” é o resultado decorrente do procedimento de Uniformização de Jurisprudência, pelo qual se condensa uma série de acórdãos (decisões de tribunais), que adotem idêntica decisão.
Nenhum destes tem aplicação obrigatória, ou seja, os Juízes são livres para decidir conforme suas próprias convicções, mas as súmulas têm forte caráter persuasivo e, ante sua existência, têm sido seguidas à risca.Ressalva seja feita em decorrência da recente Reforma do Judiciário, instituída pela Emenda Constitucional n° 45, de 31/12/2004, que implementou a “súmula vinculante”, pela qual todos os órgãos do Poder Judiciário ficam vinculados à decisão definitiva de mérito proferida pelo Supremo Tribunal Federal (última instância do Poder Judiciário) em Ação Direta de Inconstitucionalidade ou Ação Direta de Constitucionalidade (ações que podem ser propostas por determinadas pessoas ou entidades com: Presidente da República, Governador do Estado, Partido Político, Entidade de Classe com representação em todo território nacional etc).
Na prática, um processo ajuizado por uma pessoa física ou jurídica, em primeira instância tem uma decisão que se chama sentença: é o precedente. No mesmo instante, diversas outras pessoas entram com processos discutindo o mesmo assunto. Os processos julgados em primeira instância farão jurisprudências que serão referências, apenas, para outros julgamentos. Tais decisões serão objetos de recursos e, julgados pelos tribunais, formarão novas decisões que serão a jurisprudência destes tribunais (por exemplo, Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul, Tribunal de Justiça do Estado de Pernambuco etc). Caso sejam possíveis novos recursos, estes processos poderão ser encaminhados para o Superior Tribunal de Justiça, em Brasília, e, finalmente, para o Supremo Tribunal Federal, também em Brasília, formando, em cada um destes tribunais, suas próprias jurisprudências (conjunto de decisões num mesmo sentido).
Maximillian KöberleAdvogadoBacharel formado pela PUC-CampinasÁrbitro e mediador qualificado pelo Instituto Nacional de Mediação e Arbitragem - INAMA

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